• DÉFICE DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE, PERTURBAÇÕES DO COMPORTAMENTO E HUMOR

    As dificuldades comportamentais, de atenção e de regulação do humor são frequentes na infância e podem constituir tarefas de desenvolvimento – e como tal serem temporárias – ou constituírem dificuldades mais permanentes que necessitam de uma intervenção específica.

    Estas dificuldades são cada vez mais frequentes e implicam, na maioria dos casos, um impacto negativo na vida pessoal, familiar e escolar de crianças e adolescentes. São objetivos deste grupo de profissionais dar resposta clínica integrada, envolvendo a criança/jovem, a família e a escola, numa abordagem Multimodal.

    Esta intervenção vai da avaliação aos programas específicos. O processo de avaliação tem como objetivo último a realização de um diagnóstico que é enquadrado com o percurso de desenvolvimento e com fatores ecológicos. Os programas de intervenção são sempre delineados em função das necessidades individuais de cada criança/adolescente, sua família e contexto escolar, social e comunitário.

    Deste modo, o núcleo apresenta um conjunto de programas de avaliação/intervenção de natureza direta (como por exemplo o treino de autocontrolo, intervenção ao nível das perturbações do humor e da ansiedade, métodos e hábitos de estudo; treino de competências pessoais e sociais), a Intervenção Parental (formação, treino e suporte parental na gestão do comportamento) e a intervenção no contexto escolar (deslocações às escolas).

    Paralelamente o núcleo dedica-se, com regularidade, à realização de ações de formação específicas, bem como a atividades de investigação, relacionadas à prática clínica desenvolvida.

    Para dar resposta a estas situações, o PIN tem uma equipa especializada com técnicos de diferentes áreas profissionais - medicina, psicologia, educação especial e reabilitação/ psicomotricidade, que intervêm de forma multidisciplinar.

    Áreas de Tratamento

    • PHDA
    • Comportamentos de Oposição e Desafio
    • Perturbação da Conduta
    • Consulta das Perturbações da Regulação do Humor
    • Perturbações de Ansiedade
    • Depressão na Infância e Adolescência
    • Perturbação da Coordenação Motora
  • PERTURBAÇÕES DO ESPECTRO DO AUTISMO E DÉFICE COGNITIVO

    As Perturbações do Espetro do Autismo (PEA) são perturbações do neurodesenvolvimento que partilham entre si várias características essenciais, nomeadamente, dificuldades na comunicação e na interação social, associadas a comportamentos e interesses repetitivos, estereotipados e restritivos.

    A manifestação destas características, bem como o nível de desenvolvimento cognitivo e da linguagem pode apresentar uma grande variabilidade e pode levar a quadros clínicos com discrepâncias significativas.

    Diagnosticando-se com maior frequência e numa idade cada vez mais precoce, estima-se que 1% da população tenha uma PEA

    As PEA afetam significativamente o modo como a criança/adolescente percebe o mundo à sua volta, se comporta, brinca, comunica e se relaciona com os outros, com um impacto negativo na sua vida pessoal, familiar, escolar e social. O Núcleo de Perturbações do Espetro do Autismo e Défices Cognitivos do PIN existe para ajudar as crianças/adolescentes com PEA, as suas famílias, a sua escola e a comunidade em geral, a responderem aos vários desafios que estas condições clínicas implicam.

    Com uma equipa de especialistas de diferentes áreas profissionais (medicina, psicologia, educação especial, reabilitação psicomotora, terapia da fala e terapia ocupacional), o Núcleo de Perturbações do Espetro do Autismo tem uma ação multidisciplinar e abrangente, desde o diagnóstico e intervenção terapêutica, à investigação e formação de profissionais na área das PEA e perturbações relacionadas.

    O Núcleo dedica-se também a outras perturbações do desenvolvimento, que implicam défices cognitivos ou na autonomia, comportamentos obsessivos e compulsivos ou tiques.

    O processo de avaliação é conduzido em conjugação com a família e a escola, e pretende não só obter um diagnóstico, mas permitir um levantamento de áreas fortes e fracas, que poderão apontar linhas orientadoras para a intervenção.

    De um modo geral, a avaliação implica a realização de testes diretamente com a criança e recolha de informação através de entrevista e/ou questionários aos pais e educadores ou professores. O relatório de avaliação pretende assim ser um instrumento de caracterização da criança e do seu quadro clínico com recomendações e estratégias para pais e para os profissionais que acompanham a criança ou jovem.

    O Núcleo de Perturbações do Espetro do Autismo e Défices Cognitivos oferece programas de intervenção específicos, que incluem técnicas cientificamente comprovadas, delineados de acordo com as necessidades individuais de cada criança/adolescente, a sua família e contexto escolar, comunitário e social.

    Deste modo, o núcleo apresenta programas de intervenção dirigidos diretamente às crianças/adolescentes, envolvendo os pais ou outros cuidadores e intervenção indireta, que inclui reuniões no contexto escolar, ações de sensibilização para os professores e colegas da criança e adolescente. Abrangendo toda a variedade referida em termos de perturbações e de abordagens terapêuticas, o Núcleo investe na área da formação, através de workshops, ações de formação e de sensibilização.

    O principal objetivo é informar os pais e os profissionais acerca dos sinais de alerta e características das perturbações, bem como dar ferramentas de intervenção através de estratégias práticas e especializadas. Na procura das melhores respostas de avaliação e intervenção, o Núcleo envolve-se em projetos de investigação, de forma autónoma, ou em colaboração com instituições de ensino.

    Para qualquer esclarecimento relativamente à avaliação e/ou intervenção terapêutica nas perturbações a que se dedica o Núcleo, contacte-nos através dos emails: carla.almeida@pin.com.pt ou ines.leitao@pin.com.pt

    Perturbações do Espetro do Autismo

    • Autismo (Perturbação Autística)
    • Síndrome de Asperger
    • Perturbação do Espetro do Autismo
    • Sem Outra Especificação
    • Dificuldades Intelectuais e Desenvolvimentais
    • Perturbação Obsessivo-Compulsiva (POC)

    Síndromes Genéticas

    • Trissomia 21
    • Síndrome de X Frágil
    • Síndrome de Angelman
    • Síndrome de Landau-Kleffner
    • Síndrome de Cornélia de Lange
    • Síndrome de Prader-Willi
    • Síndrome de Gilles de La Tourette
    • Tricotilomania
    • Dermatilomania
    • Alterações sensoriais
    • Atraso Global de Desenvolvimento

    Entre os vários programas de intervenção destacamos:

    • Treino de autonomia;
    • Treino de competências académicas nas DID e PEA;
    • Treino de competências pessoais e sociais;
    • Treino de regulação e expressão emocional;
    • Treino de autocontrolo;
    • Programa de intervenção na ansiedade associada às PEA;
    • Programas de intervenção precoce no Autismo e outras perturbações;
    • Programa para perturbação alimentar nas PEA;
    • Terapia Cognitivo-Comportamental na POC e Síndrome Gilles de La Tourette;
    • Programa de Integração Sensorial.
  • DISLEXIA E OUTRAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM

    As Dificuldades de Aprendizagem Específicas (DAE) são resultado de um problema intrínseco, de origem neurológica, que subsiste ao longo da vida e caraterizam-se por uma perturbação nos processos psicológicos envolvidos em áreas particulares como a leitura, a escrita, a caligrafia ou o cálculo matemático, interferindo de modo significativo em atividades quotidianas que envolvam estas componentes.

    Neste sentido, assumem-se como um obstáculo para o progresso escolar das crianças e adolescentes, com efeitos nocivos a médio e longo prazo em termos cognitivos, comportamentais, sociais e emocionais que merecem ser incluídos no processo psicoeducativo.

    O Núcleo das Dificuldades de Aprendizagem Específicas do PIN é composto por uma equipa de profissionais especializados de áreas de formação como a psicologia, a educação especial e a educação especial e reabilitação. Esta equipa é responsável pela avaliação multidisciplinar e acompanhamento especializado e individualizado de crianças e jovens com dificuldades escolares, bem como, das suas famílias e professores.

    Para além da intervenção nas dificuldades de aprendizagem específicas, damos também resposta a outras situações como sejam, dificuldades na gestão de hábitos e métodos de estudo, perturbações da coordenação motora ou défices cognitivos ligeiros.

    Os programas de intervenção são delineados tendo por base um plano de trabalho estruturado em função das necessidades individuais de cada criança ou jovem, da sua família e contexto escolar e social.

    O Núcleo tem ainda a seu cargo a componente formativa no âmbito das Dificuldades de Aprendizagem Específicas, dirigidas a profissionais e pais.

    As Dificuldades de Aprendizagem Específicas (DAE), como sejam a Dislexia, a Disortografia, a Disgrafia ou a Discalculia, são dificuldades de carácter permanente que têm grande prevalência na população escolar e cujo impacto ultrapassa a esfera académica

  • PERTURBAÇÕES DA COMUNICAÇÃO LINGUAGEM E FALA

    A linguagem é algo que nos fascina, pois onde há pessoas há linguagem. Até aos dias de hoje, ainda não foi descoberto qualquer grupo de seres humanos que não utilize um código linguístico para comunicar entre si.

    É-nos mesmo impossível conceber a vida humana sem linguagem, pois é através desse sistema linguístico complexo e dinâmico, convencionado pelas diferentes comunidades, que recebemos, transportamos, organizamos e armazenamos informação, utilizando-o para comunicar, organizar e reorganizar os nossos pensamentos.

    Não nascemos com a capacidade imediata para falar, contudo em pouco tempo e sem esforço aparente a maioria de nós torna-se conhecedor de um sistema altamente sofisticado e complexo.

    Em cerca de 40 meses evoluímos da comunicação através do choro para uma sofisticada comunicação verbal. Tal decorre da exposição e influência da língua falada pela comunidade na qual nos encontramos inseridos.

    O que é Comunicar?

    Por capacidade de comunicar entende-se a faculdade da criança compreender (linguagem recetiva) e de se exprimir (linguagem expressiva). Ou seja, a competência para identificar e nomear objetos e imagens, compreender e definir conceitos básicos, seguir e dar indicações e sequencializar e narrar atividades.

    ``O Terapeuta da Fala é o profissional responsável pela prevenção, avaliação, tratamento e estudo científico da comunicação humana e perturbações relacionadas. Neste contexto a comunicação humana engloba todos os processos associados à compreensão e à produção da linguagem oral e escrita assim como todas as formas apropriadas de comunicação não verbal.``

    Comite Permanent de Liaison des Orthophoniste-Logopedes - CPLOL - 1994

    O que é Linguagem

    É um sistema abstrato de representação, o qual é o constituído por elementos que podem ser sons, gestos ou símbolos, os quais são utilizados para representar conceitos.

    ``O Terapeuta da Fala é responsável pelo diagnóstico, prognóstico, encaminhamento e intervenção nas áreas da fala, linguagem e perturbações da deglutição. Este profissional avalia e intervém com bebés, crianças, adolescentes, adultos e idosos com dificuldades de fala, audição, leitura, escrita e deglutição. O objectivo global é potencializar as capacidades de comunicação e deglutição, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida.``

    American Speech-Language-Hearing Association (2001)

    O que é a Fala?

    É a forma oral da linguagem. Evoluímos do choro, passando pelo balbucio, pela repetição de sílabas, até chegarmos a uma forma de expressão sofisticada de comunicarmos “temos fome”, até à complexidade gramatical e pragmática “gostava tanto de comer um pastel de nata!”.

    Sem ensino explícito e sem esforço aparente tornámo-nos mestres num dos sistemas mais complexos que se conhece. As famílias e as suas crianças, jovens e adultos irão encontrar neste núcleo um grupo de profissionais especializados nas Perturbações da Comunicação, Linguagem e Fala.

    Para qualquer esclarecimento relativamente à avaliação e/ou intervenção terapêutica nas perturbações a que se dedica o Núcleo, contacte-nos através do email: jaqueline.carmona@pin.com.pt

    Comunicação

    • Perturbações da Comunicação
    • Comunicação não-verbal
    • Comunicação aumentativa e alternativa

    Fluência

    • Gaguez
    • Taquifémea

    Voz

    • Qualidade da fonação
    • Frequência (pitch)
    • Volume
    • Disfonia

    Fala

    • Perturbações Fonéticas
    • Apraxia
    • Disartria
    • Ataxia
    • Disquinésia

    Cognição

    • Atenção
    • Memória
    • Sequenciamento
    • Resolução de Problemas
    • Funcionamento Executivo

    Linguagem

    • Compreensão e Expressão
    • Fonologia
    • Morfologia
    • Sintaxe
    • Pragmática – uso da língua, aspetos sociais da comunicação
    • Literacia – leitura e escrita
    • Atraso do Desenvolvimento da Linguagem (ADL)
    • Perturbações Fonológicas
    • Perturbação Específica da Linguagem
    • Dislexia
    • Bilinguismo e ADL
    • Afasia

    Audição

    • Processamento
    • Discriminação Auditiva
    • Perda Auditiva e Surdez

    Ressonância

    • Hipernasalidade
    • Hiponasalidade
    • Ressonância mista

    Alimentação e Deglutição

    • Motricidade orofacial
    • Funções motoras orais e faciais
    • Sucção
    • Respiração
    • Mastigação
    • Deglutição
    • Deglutição Atípica e Disfagia
  • PERTURBAÇÕES DO ESPETRO OBSESSIVO-COMPULSIVO E TIQUES

    A Perturbação Obsessivo-Compulsiva (POC) caracteriza-se pela presença de obsessões (pensamentos intrusivos, recorrentes) cujos conteúdos poderão estar ligados a temas como a contaminação, a preocupação excessiva com doenças, o medo de que algo terrível aconteça a si próprio ou a outras pessoas próximas, pensamentos obsessivos relacionados com a aparência, superstições relacionadas com números, cores, palavras de sorte ou azar. As obsessões geram níveis de ansiedade intensos e desconforto ou mal-estar marcados. Como consequência destas obsessões surgem compulsões que são comportamentos ou atos mentais repetitivos, que a pessoa sente que tem de fazer para reduzir a ansiedade causada pelos pensamentos obsessivos. As compulsões podem surgir com diversas formas, nomeadamente lavagens repetidas ou prolongadas, evitar determinadas superfícies, locais, pessoas, tocar em determinados objetos ou partes do corpo, repetir frases mentalmente, colocar objetos de acordo com uma determinada noção de simetria.

    Atualmente estima-se que cerca de 2,0 a 2,5% da população adulta sofre de POC e que um terço a metade destes adultos apresentou o início dos sintomas durante a infância. Estudos recentes sugerem que em 1000 crianças e adolescentes aproximadamente 30 têm sintomas de POC.

    Muito frequentemente a POC apresenta sintomas de outras perturbações associados, encontrando-se entre os mais frequentes as Perturbações de Tiques e Síndrome de Gilles de la Tourette. Os tiques são movimentos rápidos, involuntários, geralmente repetitivos e desordenados e/ou sons repetitivos e involuntários. O impacto da POC e dos tiques pode ser muito significativo, por exemplo no funcionamento escolar, no relacionamento com os outros, na vida familiar e no bem-estar emocional e psicológico de crianças, jovens ou adultos que sofrem com estes problemas.

    Na consulta de Tiques e POC encontram-se técnicos especializados na avaliação minuciosa destes sintomas, no diagnóstico diferencial e no planeamento de uma intervenção que se ajuste ao perfil de funcionamento de cada criança ou jovem. As linhas orientadoras da intervenção realizada na consulta de Tiques e POC baseiam-se na Terapia Cognitivo-Comportamental, por ser aquela que apresenta uma maior taxa de sucesso.

     

    Para qualquer esclarecimento relativamente à avaliação e/ou intervenção terapêutica na POC e Perturbações de Tiques, contacte-nos através do email: soraia.nobre@pin.com.pt

    A consulta de Tiques e POC tem uma ação clínica, científica e formativa, desde o diagnóstico e intervenção terapêutica, à investigação e formação de profissionais e sensibilização da população geral para a POC e Perturbações de Tiques. Esta consulta oferece esclarecimento e resposta terapêutica às famílias, jovens, crianças e escolas que lidam com a POC e os Tiques, assim como ações de formação e sensibilização nas escolas e comunidade em geral.

    Para qualquer esclarecimento relativamente à avaliação e/ou intervenção terapêutica na POC e Perturbações de Tiques, contacte-nos através do email: soraia.nobre@pin.com.pt

  • PIN NAS ESCOLAS PIN-ED

    A escola é, para qualquer aluno e tal como ele, uma história singular. O PIN-ED existe para garantir que, também na escola, o progresso infantil será bem escrito, fruto da contribuição de todos, transformando campos adversários em lugares comuns. É um universo e todos temos que aprender a olhar as (suas) estrelas.

    Sabemos que é muito difícil conjugar a vida familiar com a profissional. Quando estamos em crise e há tanto para fazer, mais difícil se torna. Os Pais sentem-se “perdidos”, sem saber se o percurso escolar dos filhos é o melhor, com dúvidas em relação ao desenvolvimento e formas de gerir o comportamento.

    Falar com os Professores nem sempre é fácil, a Direção da escola também tem muito entre mãos, o que complica as tomadas de decisão e vai deixando as dúvidas para “mais tarde”.

    Nem todas as dúvidas querem dizer o mesmo e é preciso procurar as respostas certas junto de quem sabe. A equipa do PIN-ED trabalha em escolas há 5 anos e tem protocolos com colégios, infantários e agrupamentos oficiais. Hoje em dia, estamos mais perto de 5000 alunos, dos seus professores, auxiliares e pais.

    Estamos na escola para que todos possam esclarecer uma dúvida de forma rápida e eficaz. Fazemos muitos kms para que esta presença na escola seja possível e, quando as crianças precisam de um acompanhamento e os Pais não conseguem ter horário para o levar ao PIN – Progresso Infantil (Carcavelos), as intervenções podem ser feitas nas escolas.

    Também trabalhamos em grupo, fora do horário letivo, desenvolvendo atividades que promovem uma boa gestão do tempo, competências sociais, a organização durante as tarefas escolares. Estamos sempre disponíveis para que Professores, Educadores e Auxiliares venham ter connosco a sós ou em grupo. Da próxima vez que tiver uma dúvida, nós estamos por perto.

    O Olhar atento não recai sobre a diferença por mais tempo. Terá um outro cuidado, mas é também o Olhar que chega a quem é deixado no portão da entrada de manhã e demora um pouco mais a largar a mão do Pai ou quer prender o beijo da Mãe.

    É do Olhar quem tem dores de barriga em dia de teste, quem não gosta do almoço e jura que “é verdade!”, quem brinca no recreio com bolas, berlindes, consolas. Quem não dormiu bem, quem sonhou tudo, quem conta a semana e quem se cala, fazendo do silêncio a sua voz.

    O Olhar é de todos por igual, o que acaba com qualquer diferença que afasta e traz ao de cima os talentos de cada um e a certeza absoluta, para todos a mesma, de que “posso ser tudo aquilo que eu quiser ser”.

    Sendo um lugar fértil de possibilidades, cabe aos educadores, pais, auxiliares e professores reunir o máximo de condições para que o sucesso represente um caminho de desenvolvimento sustentável. O ganho será de todos.

  • NÚCLEO DE INTERVENÇÃO NO COMPORTAMENTO ONLINE

    A Internet tornou-se um instrumento de primeira necessidade na sociedade atual. Através dela, podemos ter acesso a um vasto conjunto de informações e de serviços, cujo grande objetivo é o de facilitar a acessibilidade a conteúdos partilhados por milhões de utilizadores em todo o mundo.

    O termo dependência de Internet foi introduzido no final dos anos 90 por investigadores americanos, ao se depararem com casos de crianças, jovens e adultos que mostravam diversos sinais e sintomas aquando da utilização da Internet e/ou quando privados da mesma.

    Por utilização de Internet, incluem-se o tempo dedicado a jogos multiplayer online, a utilização de redes sociais (ex. Facebook), a visualização de vídeos no Youtube, como os principais exemplos.

    Apesar da funcionalidade introduzida pela Internet, alguns são os problemas que do seu uso indevido podem derivar, nomeadamente a sua dependência ou o Cyberbullying.

    Dentro dos mais habituais sinais de uso excessivo encontram-se:

    • Uma preocupação excessiva com o mundo virtual;
    • Um excesso de tempo utilizado na navegação da Internet;
    • Uma irratibilidade e tristeza marcadas quando não é possível utilizar a Internet;
    • Alteração do padrão de sono;
    • Diminuição do rendimento escolar

    O Cyberbullying é um fenómeno emergente, que se traduz na coerção ou molestação de indivíduos através da Internet, seja pela criação de sites, pelo envio de imagens comprometedoras ou chantagem online. Desta pressão constante, ampliada pela possibilidade de serem vários os observadores da molestação, resultam sentimentos de ansiedade e depressão muito intensos, podendo inclusivé conduzir ao suicídio.

    Acreditando que a Internet pode ser uma fonte de problemas, mas também de recursos e soluções, o núcleo debruça-se sobre um conjunto de formações junto de crianças, jovens, pais e professores no sentido da prevenção do uso indevido deste meio, mas também para apresentar o potencial benéfico que este pode ter em casa e na escola.

    Por ser uma área recente no campo científico, o núcleo debruça-se ainda em torno de temas de investigação relacionados com a adição à Internet e o Cyberbullying, incluindo como participantes crianças, jovens, pais e professores.

  • PERTURBAÇÕES DO SONO

    Diversos estudos mostram que as Perturbações do Sono nos adultos surgiram muitas vezes na infância mas que, por não terem sido devidamente diagnosticadas, tiveram um impacto de revelo a vários níveis, afetando assim a sua qualidade de vida

    As alterações que o Sono pode sofrer são tão diversas e de tão suma importância que a Medicina do Sono acaba de se constituir como Especialidade Médica também na Europa.

    Sabe-se que um sono pobre em quantidade e qualidade tem consequências na saúde física, capacidades cognitivas, rendimento escolar e profissional, estabilidade emocional e autonomia, bem como no relacionamento sócio-familiar. Contribui ainda para quadros clínicos de ansiedade e depressão e para o agravamento de perturbações do desenvolvimento já existentes (ex: espetro do autismo e PHDA).

    O Núcleo de Perturbações do Sono, constituído por uma psicóloga e por uma pediatra com formação específica em Sono e em constante atualização, conta também com a colaboração de outras especialidades médicas, o que permite uma resposta multidisciplinar ao nível da avaliação e intervenção clínicas.

    O Núcleo aposta em avaliações relativas não só às perturbações do sono (a nível médico e psicológico), como das suas comorbilidades (alterações a nível cognitivo, emocional, comportamental e familiar). A intervenção vai focar então as alterações encontradas, é específica para cada criança/adolescente e adaptada à sua família, procurando dar a melhor resposta ao quadro clínico existente.

    Paralelamente à atividade clínica, este Núcleo disponibiliza ações de formação para pais, técnicos educativos e técnicos de saúde e aposta também em projetos de investigação, que permitem um maior e melhor conhecimento das Perturbações do Sono.

    Para qualquer esclarecimento relativamente à avaliação e/ou intervenção terapêutica nas perturbações a que se dedica o Núcleo, contacte-nos através do email: mafalda.leitao@pin.com.pt

    Compreende-se então a importância da intervenção nas Perturbações do Sono, em particular nas mais comuns em crianças e adolescentes:

    • Insónia Comportamental da Infância
    • Pesadelos
    • Terrores Noturnos, Despertares Confusionais e Sonambulismo
    • Sonilóqua (falar durante o sono) 
    • Bruxismo (ranger os dentes)
    • Higiene Inadequada do Sono (hábitos pouco compatíveis com uma boa noite de sono
    • Pernas Inquietas e Movimentos Perióicos dos Membros
    • Movimentos Corporais Rítmicos
    • Enurese Nocturna (“chichi na cama”)
    • Apneia do Sono (pausas na respiração enquanto dorme)
    • Hipersónias (sonolência excessiva)
    • Atraso de Fase (dificuldade continuada em adormecer à hora habitual, sem causa aparente)
  • NÚCLEO DA FAMÍLIA, INTIMIDADE E COMUNICAÇÃO

    O núcleo família intimidade e comunicação é a resposta do PIN orientada para a família e para o casal. Pretende apoiar as famílias, das crianças e adolescentes com perturbações do desenvolvimento, casais com dificuldades na relação conjugal, casais com dificuldades na esfera sexual. O núcleo está organizado em três áreas de intervenção: Terapia Familiar, Terapia de Casa, Terapia Sexual

    Terapia Familiar

    Um filho com uma perturbação do desenvolvimento é sempre um desafio para a família. As especificidades que cada criança e adolescente, por vezes introduzem na dinâmica familiar perturbações do relacionamento entre os diferentes elementos da família. A intervenção familiar tem como objectivo apoiar os pais e as famílias, a criarem os melhores contextos possíveis de desenvolvimento para os seus filhos.

    As famílias encontram um espaço no qual podem trabalhar diferentes questões associadas à comunicação e à relação, compreendendo e alterando padrões de relação disfuncionais, diminuído o stress e aumentando o bem-estar geral

    Terapia de Casal

    Construir e manter um relacionamento conjugal saudável, fonte de bem-estar físico e emocional para os parceiros, requer um equilíbrio por vezes difícil de atingir, entre os vários factores externos e internos que influenciam a relação.

    O casal pode viver fases menos positivas e situações de conflito, sem que tal implique o enfraquecimento da relação. As dificuldades surgem, quando os problemas são sentidos como insuperáveis e se instala uma insatisfação conjugal crescente e dominante.

    A terapia de casal tem como objectivo, trabalhar competências que permitam ao casal a resolução das dificuldades quotidianas geradores de conflito e mal-estar, diminuir as interacções negativas e aumentar as interacções positivas no casal, facilitar a comunicação dos afectos e a expressão dos sentimentos de amor e de intimidade

    Terapia Sexual

    O cansaço, ansiedade ou stress, provocado por problemas individuais, familiares, profissionais e económicos, são alguns dos factores que interferem com o bem-estar geral da pessoa, muitas vezes com repercussões na sua saúde sexual. Também a insatisfação conjugal e os problemas de saúde físicos e psicológicos, podem influenciar negativamente a satisfação sexual.

    Terapia Familiar

    Terapia de Casal

    Terapia Sexual

  • TERAPIA OCUPACIONAL

    Empty section. Edit page to add content here.
    Empty section. Edit page to add content here.
    Empty section. Edit page to add content here.
  • FISIOTERAPIA

    A Fisioterapia Pediátrica avalia e intervém em bebés, crianças e jovens com alterações agudas ou crónicas do desenvolvimento psico-motor, que levam a dificuldades da mobilidade, o que pode prejudicar a funcionalidade e participação nas brincadeiras/tarefas próprias da idade.

    Uma intervenção atempada pode ajudar a minimizar os efeitos da incapacidade e a prevenir/reduzir as deformidades, que com o passar do tempo poderão ter consequências mais graves.

    A abordagem utilizada é individual e personalizada, baseada numa avaliação minuciosa, de modo a identificar as capacidades da criança e os seus principais problemas. A intervenção inclui o ensino aos pais/cuidadores, pois o envolvimento e a participação da família é um aspecto essencial para dar continuidade aos objectivos da intervenção.

    O objectivo da intervenção centra-se no aumento das potencialidades da criança de modo que esta adquira o máximo da sua função e independência integrada na família e comunidade.

    A fisioterapeuta intervém através do brincar, respeitando as competências e preferências da criança. Utiliza o jogo e a função, ou seja o movimento, para captar o seu interesse e encorajar a sua motivação.

    O correcto manejar e posicionar da criança nos vários contextos do seu dia-a-dia são considerados de forma privilegiada, contribuindo para a aprendizagem de novas capacidades.

    Nas alterações da postura a intervenção inclui técnicas que aumentam a flexibilidade, o alongamento, o fortalecimento e a resistência ao esforço, através de uma reprogramação muscular específica.

    A intervenção inclui:

    A Fisioterapia Convencional com o objectivo de melhorar o controlo postural, equilíbrio, mobilidade, marcha, locomoção, capacidade da criança se transferir e realizar tarefas do seu dia-a-dia.

    O Tratamento do Neuro desenvolvimento/ Conceito de Bobath, baseiado em técnicas de manuseamento e de posicionamento, que facilitam os movimentos que a criança deve utilizar nas suas actividades diárias, sendo necessária a sua participação activa.

    O fortalecimento muscular, que engloba programas de exercícios resistidos progressivos, que pretendem um ganho de força nos grupos musculares mais afectados.

    O alongamento muscular, que inclui programas de alongamentos passivos, activos e contínuos com o intuito de alongar os músculos encurtados.

    Para qualquer esclarecimento relativamente à avaliação e/ou intervenção terapêutica no âmbito da Fisioterapia, contacte-nos através do email: ana.cordovil@pin.com.pt

    A fisioterapeuta pediátrica tem conhecimentos e competências próprios para avaliar e intervir em situações clínicas específicas, tais como:

    • Atrasos do Desenvolvimento Psico-Motor;
    • Paralisia Cerebral
    • Síndromes Genéticos (exemplo: Trissomia XXI);
    • Torcicolo Muscular Congénito;
    • Lesão Obstétrica do Plexo Braquial;
    • Espinha Bífida;
    • Disfunções Respiratórias;
    • Défice Postural (Alterações da postura);
    • Disfunções Músculo-Esqueléticas
  • ORIENTAÇÃO ESCOLAR E PROFISSIONAL

    A Orientação Escolar e Profissional no PIN pretende ser muito mais do que uma avaliação psicométrica, é um processo de maturação vocacional que tem como principal objetivo dotar o adolescente de um conjunto de competências que lhe permitam tomar decisões de carreira de forma autónoma, consciente, responsável e informada.

    Com a colaboração de psicólogas clínicas e educacionais foram desenhados projetos que otimizam este processo de promoção de maturidade vocacional, sem nunca perder o principal enfoque: “cada adolescente deve ter um processo personalizado e adequado às suas necessidades”, estes projetos têm uma estrutura aberta, adaptando-se em função da evolução de cada adolescente.

     

    O PIN oferece um conjunto de programas de intervenção estruturados que têm como objetivo principal contribuir para o desenvolvimento vocacional dos jovens através da aquisição de atitudes, conhecimentos e competências necessárias à resolução das tarefas de desenvolvimento que lhe são postas nas diversas fases de carreira e sempre que os jovens questionem o seu atual percurso ou sintam necessidade de o clarificar.

    1. OEP – Individual presencial ou online
    2. OEP orientada para adolescentes com Necessidades Educativas Especiais
    3. OEP em Grupo (3º ciclo ou secundário)
    4. OEP nas Escolas – Individual ou Grupo
  • CONSULTA DO LUTO

    No fim da vida, tal como a conhecemos no momento, há sempre muito mais que começa.

    O processo de luto é o que de mais universal temos e o que mais tememos falar. O luto não é uma doença mas sim um processo onde o tempo de cada um é respeitado, onde as tarefas a elaborar são mais importantes do que a fase em que se “está”. Fazemos sempre lutos, de perdas menores ou maiores, e por vezes precisamos de ajuda para os integrar.

    A Consulta do Luto orienta-se pela integração de várias abordagens, valorizando a que se mostre mais indicada a cada momento do processo e às necessidades que se levantam (modelo Integrativo-Relacional). Afigura-se, assim, como uma resposta a todas as pessoas que enfrentam perdas e mudanças intensas. Falamos de perda no sentido mais abrangente: a doença crónica (como a diabetes, doença oncológica…) e a adaptação a novas rotinas, a antecipação e “preparação” para uma perda eminente, o divórcio e separação, a perda perinatal, bem como a perda por morte.

    Pela nossa experiência clínica, considerando ainda os estudos existentes, a tendência de inibir o processo de luto não é irrelevante: adiar, disfarçar, racionalizar, funcionar sem sentir e sem integrar. O desconhecimento sobre o luto nas crianças e adolescentes aumenta esta desvalorização, adiando problemas. Os mitos e obrigações sobre os adultos, em que “há que seguir para a frente”, deixa-os sem respostas de apoio e abre espaço a um luto patológico.

    Pretendemos, assim, criar uma resposta especializada a investigação e intervenção nestas áreas. A consulta pretende dar voz à dor da perda e dos acontecimentos de vida, conhecendo o seu impacto e ajudando a trilhar um caminho de reintegração da perda.

    Luto
    • Avaliação de crianças e adolescentes que apresentam dificuldades actuais e registam uma história de perda ou mudança significativa
    • Intervenção terapêutica no processo de luto (criança, adolescentes e adultos)
    • Intervenção terapêutica no processo de divórcio, com a criança/jovem
    • Promoção de grupos terapêuticos
    • Promoção de acções de sensibilização em escolas e centros de saúde, informando sobre a vivencia dos processos de luto e do seu impacto
    • Aconselhamento a familiares e professores sobre como comunicar e gerir comportamentos
    • Dinamização de projectos de investigação sobre as áreas consideradas
    • A intervenção em doença crónica (crianças, adolescentes e adultos) subdivide-se, ainda, em várias áreas de acção:
      • Ajustamento ao diagnóstico e mudanças decorrentes
      • Promoção da adesão a tratamentos e intervenções
      • Intervenção na dor (aguda e crónica)
      • Aconselhamento educativo, preparando o regresso ao contexto escolar
      • Suporte terapêutico, em fases terminais de doença crónica, ajudando a família e o próprio no processo de antecipação da perda (pode ser feito em contexto domiciliário.

    Para garantir a eficácia destes serviços, mantemos uma articulação estreita com a SPEIL (Sociedade Portuguesa de Estudos e Investigação no Luto).

    A consulta do Luto está ainda em estreita colaboração com a consulta de Terapia Familiar, atendendo à necessidade que as famílias apresentam, por exemplo, em se reorganizarem nos processos de divórcio.

  • CONSULTA DE PEDIATRIA GERAL

    A pediatria é a especialidade médica que acompanha a criança desde o nascimento até à entrada na vida adulta.

    As consultas de rotina são um momento importante para avaliar a saúde e bem estar da criança/adolescente bem como criar laços de confiança com os pais. A boa interacção entre o pediatra e os pais, transmitindo tranquilidade e segurança, é o primeiro passo para um bom acompanhamento.

    Na consulta de pediatria geral, abordamos diversos temas como a alimentação, vacinação, crescimento e desenvolvimento. As várias etapas da vida das crianças/adolescentes colocam desafios diferentes e o papel do pediatra será orientar o pais e fornecer as ferramentas para ajudar o seu filho a crescer de forma feliz e saudável.

  • CONSULTA MULTIDISCIPLINAR DE OBESIDADE INFANTIL

    A obesidade é a doença crónica mais frequente em Pediatria. A epidemia da Obesidade Pediátrica afecta em todo o mundo mais de 155 milhões de crianças em idade escolar. As crianças são uma população “muito vulnerável” no panorama da nossa sociedade actual. Estudos nacionais apontam para valores de excesso de peso e obesidade em 31% das crianças entre os 10 e os 18 anos.

    As complicações da obesidade infantil vão desde as cardiovasculares, endócrinas, respiratórias,  gastrointestinais e psicológicas. As consequências psicológicas são muitas vezes aquelas que surgem mais precocemente, em termos de ansiedade, depressão e situações de “bullying”.

    A consulta Multidisciplinar  de Obesidade Infantil engloba um pediatra, nutricionista e psicólogo e tem como objectivo prevenir e tratar as complicações da obesidade infantil, numa abordagem personalizada em função da criança/adolescente e sua família.

  • CONSULTA DO PREMATURO

    A Consulta do Prematuro é um projeto do PIN de acompanhamento a recém-nascidos, bebés e crianças que nasceram antes das 37 semanas de gestação. Os prematuros têm um risco aumentado de sequelas e de perturbações do desenvolvimento, pelo que é fundamental uma vigilância rigorosa e um diagnóstico precoce. O nosso projeto inclui não só os “muito prematuros”, mas também os “prematuros tardios” (34 semanas a 36 semanas e 6 dias), grupo que não está isento de risco, e é muitas vezes esquecido.

    Com uma equipa de especialistas de diferentes áreas profissionais (Pediatria do Neurodesenvolvimento, Fisioterapia, Terapia da Fala, Educação Especial e Reabilitação, Psicologia, Psicomotricidade…), a Consulta do Prematuro tem uma ação abrangente e uma abordagem multidisciplinar. O processo de avaliação e diagnóstico é conduzido em conjugação com a família e pretende traçar um perfil de desenvolvimento, com áreas fortes e fracas, que poderão apontar linhas orientadoras para a intervenção.

    Deste modo, a equipa apresenta programas de intervenção dirigidos diretamente à criança (envolvendo a família) e intervenção indireta, que inclui acompanhamento à distância, com orientações aos pais e principais cuidadores. Os programas de intervenção são delineados tendo por base as necessidades individuais de cada criança, da sua família e contexto educativo. 

    Um bebé…Uma Família…

    O suporte psicológico e apoio educativo e terapêutico aos pais, numa fase onde as dúvidas, incertezas e inseguranças reinam, é a nossa prioridade. Atender às suas preocupações é a nossa razão de ser, e por isso asseguramos um serviço especializado que inclui respostas às dificuldades comuns nos bebés prematuros, tais como as perturbações alimentares e do sono.

    Investimos também na área da formação, através de ações de formação e de sensibilização no PIN ou nos infantários onde as crianças se encontram. O principal objetivo é formar os pais e os profissionais relativamente às especificidades da prematuridade e sinais de alerta,  dando ferramentas de intervenção e estimulação através de estratégias práticas e especializadas. 

    Para qualquer esclarecimento relativamente à avaliação, intervenção e/ou formação, contacte-nos através dos emails: carla.almeida@pin.com.pt ouprematuro@pin.com.pt 

  • FOBIAS E OUTRAS PERTURBAÇÕES DE ANSIEDADE

    O medo é um processo adaptativo universal e inato, ou seja, uma espécie de alarme que nos protege de situações potencialmente perigosas. No decurso de um desenvolvimento equilibrado, a criança/jovem passa por fases em que experimenta medo. Isso é saudável, na medida em que é importante que ela aprenda a reconhecer em si as emoções adequadas para reagir a cada situação que enfrenta… e uma dessas emoções é precisamente o medo.

    No entanto, há alturas em que o medo se torna patológico, ou seja, causa mal-estar significativo, quer à própria criança/jovem, quer à sua família, interferindo na capacidade de desempenho da criança/jovem em alguma das áreas da sua vida. Quando o medo ganha esta dimensão, estamos perante uma ansiedade.

    As perturbações de ansiedade constituem uma das entidades clínicas com maior prevalência na infância e adolescência: estima-se que cerca de 20% das crianças terá uma perturbação de ansiedade ao longo da sua infância/adolescência.

    Quando presentes na infância ou na adolescência, há um aumento da probabilidade de desencadear psicopatologia ao longo da vida adulta.

     

    No PIN, encontrará uma consulta que o ajudará a si e ao seu filho a ultrapassar esta ansiedade e que contribuirá para um maior equilíbrio futuro.

    Esta consulta promove ainda ações de formação, através das quais divulga a pais e professores informações cruciais sobre as perturbações de ansiedade mais comuns na infância, tais como a ansiedade de separação, de desempenho, social, ou generalizada, fobias específicas ou perturbação de pânico.

    Waiting for text

    Meet The Team

  • CONSULTA DE ACONSELHAMENTO ALIMENTAR

    A Consulta de Aconselhamento Alimentar ajuda a resolver os problemas alimentares apresentados pelas crianças e adolescentes.

    Uma alimentação completa e variada é determinante para um bom desenvolvimento físico e psíquico, sendo assim promotora de uma vida saudável.

    Com esta consulta pretendemos prevenir, identificar e intervir nas Perturbações do Comportamento Alimentar em crianças e adolescentes.

    A consulta envolve técnicos de diferentes áreas e, para além da intervenção direta com as crianças, adolescentes e famílias, dinamiza atividades promotoras de uma alimentação e hábitos de vida saudáveis.

    Objetivos da Consulta

    - Identificar sinais de alerta de Perturbações do Comportamento Alimentar.

    - Intervir precocemente e de modo efetivo nas Perturbações do Comportamento Alimentar.

    - Prevenir o surgimento de Perturbações do Comportamento Alimentar.

    - Promover comportamentos alimentares saudáveis.

    - Educar para estilos de vida saudáveis.

    - Incentivar a autonomia na decisão da opção por práticas alimentares e de vida saudáveis.

  • PEDOPSIQUIATRIA

    Waiting for text

    Waiting for text

  • PSIQUIATRIA DE ADULTOS

    Waiting for text

    Waiting for text

    Empty section. Edit page to add content here.
  • CONSULTA SÍNDROMES GENÉTICOS

    Há muito tempo que foram descritas alterações genéticas que estão associadas a um conjunto de características bem definidas, como é o caso da Síndrome de Down, X-Frágil, Prader Willi, Angelman, Williams, entre outras. O avanço científico e as novas técnicas de diagnóstico têm permitido a identificação de várias síndromes em que o nome parece um puzzle difícil de decifrar, como por exemplo síndrome de microdeleção 22q11.2 ou  síndrome de microduplicação MECP2. Há ainda outros casos, em que as dificuldades manifestadas pela criança/jovem não têm uma causa genética ainda claramente identificada.

    A Consulta de Síndromes Genéticas do PIN surge como resposta multidisciplinar a todos estes casos, proporcionando ao utente e sua família uma avaliação/intervenção especializada. Independentemente do conhecimento do perfil e alterações mais características de cada síndrome e da existência de programas de intervenção desenvolvidos especificamente para alguns deles, a avaliação e as estratégias de estimulação a implementar em cada criança são adaptadas às suas especificidades.

     

     

    A Consulta de Síndromes Genéticas dá resposta partindo de uma análise aprofundada das diferentes áreas do desenvolvimento e dos diferentes contextos de vida da criança ou jovem e da sua família. Para isso dispomos dos seguintes serviços:

    - Acompanhamento na gravidez/suporte ao diagnóstico pré-natal

    - Esclarecimento na área do diagnóstico e aconselhamento genético

    - Acompanhamento médico e técnico em diferentes áreas de avaliação e intervenção clínica especializada

    - Aconselhamento a Pais e Irmãos

    Para garantir a eficácia destes serviços, fazemos a articulação entre as várias especialidades, desde as consultas de genética e neuropediatria, até às especialidades terapêuticas, como a intervenção precoce, a psicomotricidade, a psicologia, a terapia da fala ou a educação especial.

    O acompanhamento da criança e do jovem com uma síndrome genética ao longo do seu desenvolvimento é uma prioridade, no sentido de se assegurar uma vigilância regular e/ou rastreio das alterações e do impacto que estas têm na sua qualidade de vida, bem como da sua família, e de as minimizar ou prevenir. Proporcionamos um apoio abrangente ao utente e sua família, em articulação com as estruturas de saúde e/ou educacionais onde estejam inseridos na sua comunidade.

    Meet The Team

  • CONSULTA DA ADOÇÃO

    Adotar uma criança é um dos desafios mais altruístas que uma família pode assumir. A adoção implica coragem, persistência, dedicação e uma dose imensa de amor para partilhar.

    A Consulta Adoção foi pensada para todas as famílias corajosas que no decorrer da aventura que é acolher uma criança encontram dificuldades, medos, inseguranças, sobre o desenvolvimento do seu filho e da sua família.

    As famílias irão encontrar nesta consulta um espaço terapêutico promotor da consolidação das novas relações familiares no qual poderão ser trabalhadas um conjunto de crenças, expectativas, lealdades e medos associados ao processo de vinculação.

    Muitas crianças adotadas trazem com elas histórias de abandono, negligência ou abuso que as tornam irrequietas, ansiosas e inseguras na construção de novas relações.

    No âmbito da intervenção da Consulta Adoção e Novas Relações Familiares irão ser desenvolvidas um conjunto de ações de formação associadas à área de intervenção da consulta.

    Os programas de intervenção serão sempre pensados com a família à medida das necessidades da crianças e da dinâmica familiar. Os programas poderão ser focados numa ou mais das seguintes dimensões:

    • Avaliação da dinâmica relacional e vinculação
    • Intervenção familiar orientada à construção de novas relações familiares
    • Intervenção terapêutica focada na história de vida da criança (trabalho de história de vida)
    • Promoção de competências parentais par famílias adotivas
  • CONSULTA DE MUTISMO SELETIVO

    Alguns de nós já se depararam com crianças/jovens que revelam uma enorme dificuldade em falar em contexto sociais. Possivelmente pensámos que isso se deve a timidez, vergonha ou teimosia, e que passará com o tempo. No entanto, este comportamento pode não ser uma escolha, mas sim uma dificuldade chamada Mutismo Seletivo.

    O Mutismo Selectivo é caracterizado pela ausência de linguagem em contextos em que falar é natural (por exemplo, na escola). Esta ausência de expressão verbal surge apesar de a criança ser capaz de falar noutras situações. Uma criança com Mutismo Selectivo pode, por exemplo, não falar com professores ou colegas de escola, mas fazê-lo fluentemente em casa. Esta dificuldade não depende do controlo voluntário da criança nem diminui de forma espontânea – é uma manifestação de ansiedade extrema expressa em situações sociais.

    No PIN, encontra uma consulta que oferece esclarecimento e resposta terapêutica às famílias, crianças e escolas que lidam com o Mutismo Selectivo, bem como aconselhamento e acções de formação nas escolas, centros de saúde e comunidade em geral.

    . Avaliação de crianças que apresentem sinais de Mutismo Seletivo;

    . Programas de intervenção específicos para esta população;

    . Programas de formação específicos para Pais e Professores sobre Mutismo Seletivo.

  • CONSULTADORIA EM EDUCAÇÃO ESPECIAL

    Consultoria em Educação Especial

    A consultadoria em Educação Especial surge porque o PIN quer promover a igualdade dos alunos nas escolas. Assim, queremos ajudar os pais a entender o processo, queremos auxiliar as escolas nos procedimentos e garantimos estar sempre a par das atualizações aos decretos-lei.

    Desta forma, o objectivo final é promover o sucesso escolar.

    Trabalhamos no PIN com todos os núcleos, estando assim disponíveis a todas as famílias.

    Se precisa de:

    1 – Ajuda na procura do melhor percurso educativo do seu filho;

    2 – Auxilio na interpretação e elaboração dos documentos oficiais;

    3 – Arranjar soluções rápidas e eficazes;

    4 – Colaborar activa e positivamente com técnicos e escolas,

    Contacte-nos

  • CONSULTA PHDA NO ADULTO

    A Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção (PHDA) é uma condição que se caracteriza por um padrão persistente de desatenção e/ou hiperatividade/impulsividade que tem interferência no desenvolvimento e funcionamento do indivíduo ao longo de toda a vida.

     

    Originalmente, a PHDA era considerada uma perturbação da infância e o seu diagnóstico não era realizado na idade adulta, no entanto, ao longo dos últimos 30 anos vários estudos mostraram claramente que uma proporção significativa das crianças com PHDA mantém critérios para a perturbação na idade adulta. Os dados apontam para uma prevalência de PHDA na população adulta de cerca de 3%, mas nem sempre é fácil reconhecer a perturbação no adulto, uma vez que ocorrem alterações na sua expressão clínica com o avançar da idade. No entanto o impacto na qualidade de vida é muito grande e abrangente.

     

    Responsável pela consulra: Dr. Gustavo Jesus

    Contacto da consulta: ana.rodrigues@pin.com.pt

    O PIN considera muito importante a existência de uma consulta especializada em PHDA do adulto, cuja equipa se dedica não só ao acompanhamento de indivíduos adultos com o diagnóstico de PHDA feito na infância, como ao diagnóstico em pessoas sem conhecimento prévio da perturbação, mas que poderão beneficiar de acompanhamento e tratamento adequado.

     

    O tratamento inclui modalidades farmacológicas e não farmacológicas e permite obter uma mudança evidente do funcionamento e comportamento do indivíduo, com grande melhoria da sua qualidade de vida.